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“Creta, ilha banhada por um mar púrpura, rica, bela e populosa, muitos são os que habitam as suas noventa cidades, muitas são as suas línguas”. As palavras de Homero, na Odisseia, escrita no ano 700 aC, podem ajudar a dar uma ideia do que o visitante vai encontrar nesta ilha grega. Histórica, mediterrânea, viva e com umas praias que não deixam nada a desejar àquelas que se encontram na outra ponta do globo terrestre. Suas cidades, em contínuo desenvolvimento, contrastam com os povoados que ainda mantêm esse espírito tão do mar que os rodeia, pausados a maior parte do ano e agitados durante as festas, acostumados a viver entre os vestígios de civilizações milenares que puseram muitas das bases das sociedade atual.

Ao norte da ilha se encontra a cidade de Rethimnon ou Rethymnon, a terceira mais importante de Creta, refúgio de intelectuais e eruditos após a queda de Constantinopla, cheia de mesquitas turcas e com uma importante fortaleza veneziana que data do ano 1573. Na região, de paisagem salvagem e fértil típica de Creta, na parte leste da baía que dá nome à cidade, encontra-se a pequena vila de Stavromenos, um povoado no qual o viajante poderá sentir o calor da autêntica filosofia mediterrânea, tão procurada e desejada por alguns. Nele, o tempo diário se move devagar, com o sol, esquecendo o estresse de outras regiões e a atmosfera de massificação turística de outros lugares. Salpicado de vilas -muitas delas são alugadas no verão- e dos estabelecimentos necessários para que os seus habitantes tenham todas as necessidades cobertas, é um destino pouco conhecido, mas muito mais que interessante para umas férias de desconexão total.

Mas se algo chama a atenção em Stavromenos é que forma parte da Baía de Rethimnon e, portanto, é um dos povoados banhados por suas praias de areia dourada e paz absoluta. Poucos são os que se afastam da grande cidade, de modo que o visitante desta pequena localidade poderá desfrutar o silêncio só perturbado pelas ondas e a calma de um lugar que serviria para o retiro dos que queiram se afastar do ruído mundano.

Além disso, nas duas colinas que rodeiam o povoado se encontram restos de dois sítios arqueológicos que demonstram que existia uma pequena aldeia na área. Os objetos achados nas escavações, que podem ser vistos no Museu Arqueológico de Rethymnon situado em frente à porta principal da Fortaleza e que expõe peças das jazidas de toda a região desde a idade da pedra até os períodos minoico e helênico, foram datados do século V aC.

 

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