O “festivaleiro” já forma parte da cultura popular. Este termo descreve a pessoa que se dedica a viajar de festival em festival para não perder nenhum dos grandes eventos que são uma das melhores maneiras de ver, em um curto espaço de tempo, os melhores do mundo reunidos em um só lugar. Na atualidade, a lista de festivais é quase interminável, mas, sem dúvida, um dos mais conhecidos e respeitados, tanto pelos grupos que estiveram em seus cenários, como pelo ambiente e organização, é o Rock in Rio. Nascido em 1985 na cidade brasileira, transformou-se em um dos eventos mais importantes do mundo a nível musical e foi exportado para Portugal e Espanha, com cinco e três edições respectivamente. Este ano, por quinto ano, o Rock in Rio volta à cidade que o viu nascer.

Com quatro cenários, os presentes a este festival que será celebrado da sexta, 13, ao domingo, 22 de setembro, poderão curtir algumas das melhores estrelas da música pop e rock do mundo. Em sua programação estarão, para os amantes do pop, Beyonce, David Guetta, Justin Timberlake e Alicia Keys, entre muitos outros. Para aqueles que procurem música mais independente, Florence & the Machine, Thirty Seconds to Mars e Ben Harper & Charlie Musselwhite, só para mencionar alguns da lista. Ainda que, sem dúvida, é no rock onde o festival honra o seu nome. Living Colour, The Offspring, Marky Ramone com Michale Graves, Metallica, Alice in Chains, Rob Zombie, Bullet for my Valentine, Bon Jovi, Nickelback, Matchbox Twenty, Bruce Springsteen & The E Street Band, Iron Maiden, Sepultura, Slayer e Halloween, são o grosso da lista que muitos gostariam de ter em seus eventos.

Mas não por isso o festival se esquece da música eletrônica, com Paul Oakenfold, Gessafelstein, DJ Harvey, Vitalic, Otto Knows y Life is a Loop, como seus máximos expoentes. Nem mesmo deixa de lado a Street Dance, um cenário inspirado na Cultura de dança de rua, que levará ao Rio a disputa entre as melhores bandas deste estilo do mundo.

O Rock in Rio é uma lenda. Por sua cidade do Rock passaram o AC/DC, os Smashing Pumpkings, Bob Dylan, Lenny Kravitz, Stevie Wonder ou os míticos Queen (um dos melhores discos ao vivo é o deste festival), Carlos Santana, REM, Neil Young ou os Red Hot Chilli Peppers. Mas não é uma lenda só pelos nomes de seus artistas, mas também por uma das iniciativas mais importantes com relação à conscientização global do planeta: Por um mundo melhor. Este projeto, que se iniciou em 2001 com um gesto simples,  o silêncio de 98 milhões de pessoas, televisões e emissoras de rádio, durante três minutos, por um mundo melhor. Assim, grande parte do dinheiro arrecadado, mais de 11 milhões de euros até o momento, foram destinados a melhorar a vida de diversos lugares, com a plantação de 40.000 árvores, a construção de uma escola na Tanzânia e um centro de Saúde no Brasil, instalação de placas fotovoltaicas e construção de salas sensoriais para melhorar a educação de crianças com necessidades especiais em Portugal, e ajudas à educação e construção de salas de música em escolas públicas no Rio de Janeiro.  Paralelamente, as instalações do festival vão sendo modernizadas para diminuir o impacto das emissões de CO2 e se faz auditoria compensada de todas elas.

Neste ano, este lendário festival de 29 anos de idade voltará a aparecer em todos os meios e continuará participando como membro destacado na história da música.

 

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